Quando eu morrerSe o meu corpo alguém encontrar(porque por muitos caminhos inóspitos ainda pretendo trilhar)Não quero choroNem chorumelasGosto de velasQue rufem os tamboresChacoalhem os maracásE se entoe os cantos que na vida me fizeram dançarSe bens por ventura restarQue sejam usados só para desfrutarSe cinzas precisarem espalharProcurem os lugares sagrados que aprendia a amarSe de mim alguém se lembrarQue seja pelos bons frutos das sementes que pude plantarE se uma lápide houver em algum lugarQue de forma singela ela possa expressarViveu uma vida ESPETACULAR!!!
Érika Fernandes Pinto, 04/01/2024
